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Justiça determina a prisão preventiva de lutador, acusado de estuprar duas crianças em Brasilândia

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Com informações JPNews

 

O lutador de kickboxing, Alex Ortiz, de 43 anos, preso em setembro deste ano por acusação de estupro de duas crianças, vai permanecer na cadeia até o julgamento dos processos, sem data definida. A decisão da Justiça de Três Lagoas, tomada na última sexta-feira (27), converte a prisão temporária em preventiva. O mandado de prisão original tinha prazo de 30 dias e venceria ontem, dia 29.

Ortiz foi preso pela Polícia Civil de Brasilândia, onde é investigado em dois inquéritos por crimes de estupro de crianças de 9 e 10 anos. Um dos crimes teria ocorrido na casa do lutador, que também trabalha como fisioterapeuta. Uma das crianças teria sido atraída para assistir filmes. Outra, hoje com 16 anos, teria sido abusada após aulas com o atleta.

De acordo com o delegado Thiago Passos, que comanda as investigações, Ortiz ainda deve ser indiciado no segundo inquérito instaurado na delegacia de Brasilândia. Em Três Lagoas, o atleta responde a outro inquérito por estupro de vulnerável e a um processo por crime “contra a dignidade sexual”.

A reportagem não conseguiu localizar um advogado do atleta. Thiago Passos disse acreditar que a divulgação destes casos pode levar a polícia à identificação de outras vítimas.

Um mês antes de ser preso, Alex Ortiz – campeão brasileiro e estadual de artes marciais por diversas vezes – conquistou duas medalhas de ouro em uma seletiva para a Copa Brasil de Kickboxing. As denúncias e a prisão, contudo, levaram a federação sul-mato-grossense da modalidade a afastar o atleta de competições oficiais

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